O Nordeste é uma região rica em belezas naturais e também berço de muitos talentos. Um deles é José Jardeano, presbítero da Igreja Metodista Wesleyana na cidade de Cupira (PE). Diretor distrital de Missões, ele é escritor, declamador, poeta, cordelista, autor de vários cordéis e de dois livros: Multifaces da Natureza e Um Punhado de Fé.
Nascido em Palmares (PE) em 10 de março de 1989, no ano de 2011 começou a escrever o primeiro livro, porém em 2014 quando retomou seus estudos, conheceu o professor Carlos Soares (Carlinhos Cordel), que lhe apresentou a literatura de cordel. Como amante da leitura, apaixonou-se de imediato pela arte.
Esse contato com a literatura de cordel foi uma excelente oportunidade, pois ele passou a utilizar tal arte para transmitir mensagens importantes para vida, e principalmente as Boas Novas do Evangelho, declamando ou lendo seus poemas e cordéis nas escolas, igrejas, redes sociais, e eventos culturais.
José Jardeano é filho de Maria do Carmo e Amaro Virgínio. Tem três irmãos, Jacielma, Jacilânia e Jardiel. No ano 2000, mudou-se para cidade de Cupira (PE), onde reside até hoje. Converteu-se ao Evangelho no dia 13 de maio de 2007. Em 2008, casou-se com Patrícia, e juntos tiveram três filhos: Laryssa Emanulle (que faleceu em 2009), Guilherme Miguel e Henzo Gabriel.
Também pregador, compositor e palestrante, atualmente está gravando um EP e trabalhando no novo livro, “Um punhado de esperança para você”. Abaixo, uma das poesias em cordel de José.
AUTOAPRESENTAÇÃO
Eu sou um cabra nordestino,
Um sujeito peculiar
Um carcará a voar,
Um mandacaru plantado
Pelo orvalho sou regado,
Cristão até o tutano!
Na rima sou veterano,
Gosto de fazer cordel
Num pedaço de papel,
Prazer: José Jardeano.
Jardeano: MATENHA A ESPERANÇA
O Corona fechou portas
Fez cantor perder a voz,
Travou o melhor projeto
Fez do abraço um algoz,
Provocou confinamento
Um tal distanciamento,
Com seu rugido feroz.
O Covid encarcerou
Até cidadão de bem,
Trouxe terror pra o mundo
Sem poupar a seu ninguém!
Com a sua sagaz frieza,
Trouxe morte, dor, tristeza
E fez do povo refém.
Mas, quem confia no Senhor
Não será um passarinho,
Preso em uma gaiola
Bem distante do seu ninho.
Com fé e muita esperança
Nada prende a confiança,
Nem se perde no caminho.
O que possui esperança
Vê bem além do visível,
Não limita a sua visão,
Mas enxerga o impossível.
Voa sobre a tempestade
Confiando na vontade
De quem faz tudo possível.
Deus está no controle
Até dessa pandemia!
Sei o quanto é difícil
Toda essa agonia,
Mas um dia findará
Logo, logo cessará,
Simplesmente confia!
Não perdemos a visão,
Tampouco a Esperança,
Nosso foco está em Deus
Nele temos confiança,
Enxergamos o invisível
E cremos no impossível,
Nosso DEUS trará mudança.
Autor: José Jardeano; Cupira PE
Gmail: [email protected]
Facebook: José Jardeano da Silva
Instagram: @jardeanojose
YouTube: José Jardeano
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