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O tema “Relacionamento conjugal em tempos de pandemia” recebeu elogio dos casais wesleyanos

A história tem revelado que todas as pandemias que flagelaram a humanidade proporcionaram profundas alterações na sociedade, desde a Grécia antiga, passando pela peste negra da Idade Média e a gripe espanhola do começo do século XX, até chegar à covid-19 atual. 

E a família, ou a união conjugal, como “célula mater” da sociedade, não ficaria imune aos impactos da realidade ora vigente. Em vista disso, e a fim de trazer uma palavra de esperança e orientação para os casais wesleyanos, os ministérios com Casais e o de Jovens Casais da Igreja Metodista Wesleyana Central, distrito de Santana do Livramento (RS), promoveram a palestra “Relacionamentos conjugais em tempos de pandemia” em 12 de junho, data alusiva ao Dia dos Namorados.

A fria noite gaúcha não foi empecilho para que um expressivo número de casais wesleyanos e convidados comparecessem ao salão social da IMW para ouvir a ministração a cargo do casal pastoral Júlio César Gobbi e Ângela Gobbi. 

Fundamentada no texto de 1 Pedro 3.7, em que o apóstolo exorta os maridos a viverem a vida comum do lar com discernimento e honra para com suas esposas, parte mais frágil e coerdeira da mesma graça da vida, para que suas orações não sejam interrompidas, o público não viu o tempo passar, haja vista a relevância do tema e a ocasião de, em família, os casais terem a oportunidade de abrirem seus corações e compartilhar suas experiências de convívio no relacionamento conjugal. 

Foi esclarecido que, diante dos números de separações conjugais nestes dois últimos anos, tanto no meio secular quanto no cristão (o que mais chama a atenção), percebe-se que a pandemia não tem sido a causa e sim o elemento que trouxe luz sobre situações que necessitavam de solução e permaneciam maquiadas e camufladas na convivência matrimonial, devido à atitude egoísta dos seus integrantes. Também, foi enfatizado que o matrimônio é uma situação de reciprocidade, de “dar e receber”, e é somente quando um dos cônjuges insiste somente em “receber” que se manifesta o problema. Quase todas as dificuldades e atritos conjugais se centram no egoísmo de um ou outro dos cônjuges ou de ambos.

Assim, concluiu-se que, na contramão da triste realidade pela qual estamos atravessando, por meio da intervenção do Senhor, mediante a morte do “eu” e o nascimento do “nós”, o casal deve enxergar na pandemia uma oportunidade para estreitar os laços conjugais, fortalecer o relacionamento e buscar o apoio mútuo sedimentado na Palavra de Deus, pois “o que Deus uniu, homem nenhum pode separar”.

Ao final, os casais posaram para fotos e receberam mimos dos organizadores.

(Noticiarista: Edgar Pereira Maciel/ Fotos: Felipe Baudini)

 

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