As enchentes no Rio Grande do Sul ainda espalham temor e preocupação após o baixar das águas e seus rastros de destruição.
Segundo a defesa civil do do estado, além da reclassificação da intensidade do desastre, de Nível II para Nível III, também houve a inclusão de municípios na declaração estadual. Assim, no decreto anterior (n° 57.614, de 13 de maio de 2024), foram identificados 46 municípios em estado de calamidade e 320 em situação de emergência. No documento mais recente, os números subiram para 78 e 340, respectivamente.
Segundo o site G1, o nível do Guaíba, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, caiu para 3,99 metros nessa terça feira, conforme medição feita pela Agência Nacional de Águas e Saneamento, sendo a primeira vez, desde 3 de maio, há 19 dias, que o nível ficou abaixo de 4 metros. Na manhã desta quarta (22), a régua registrou 3,92 metros. O lago atingiu nível máximo de 5,35 metros no começo de maio, superando a cheia histórica de 1941, quando o Guaíba chegou a 4,76 metros. Em todo o RS, 161 pessoas morreram, 806 ficaram feridas, 82 estão desaparecidas e há mais de 653,1 mil fora de casa, conforme levantamento mais recente da Defesa Civil estadual.
As igrejas wesleyanas em Sapiranga e Pelotas, continuam trabalhando com afinco para melhor atender aos abrigados em suas dependências, e realizando envios para outras cidades desamparadas, como Bom Princípio e Triunfo.
Além disso, a Secretaria Estadual de Saúde, na última segunda feira (20), confirmou o primeiro óbito por leptospirose após as enchentes. Apesar de já ser uma doença endêmica no Rio Grande do Sul, os alagamentos agravaram as chances de contaminação.
De acordo com a CNN, nas últimas semanas, foram identificados 304 casos suspeitos de leptospirose e 19 confirmados. Os casos suspeitos notificados são monitorados pela SES, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs).
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