Simultaneamente ao desastre natural, Ciclone Chido, que devastou diversas cidades, Moçambique enfrenta a guerra e o medo derivados do resultados das últimas eleições no país.
O coletivo dos juízes do Conselho Constitucional (CC) moçambicano, validou, na última segunda-feira, 23 de dezembro de 2024, os dados anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) no dia 24 de outubro.
E contra o resultado das eleições presidenciais no país, uma onde de protestos começou no mesmo dia, quando o Conselho Constitucional confirmou a vitória do candidato Daniel Chapo, com 65% dos votos e na segunda posição está o candidato Venâncio Mondlane.
O ministro do Interior, Pascoal Ronda, afirmou que até quarta feira, noite em que, inclusive, mais de 1.500 presos escaparam de uma prisão de segurança máxima em Maputo, durante o terceiro dia de protestos que têm abalado Moçambique desde a confirmação da vitória eleitoral do partido no poder, denunciada como fraudulenta pela oposição, foram registrados 236 "atos de violência grave", que deixaram, além dos mortos, 25 feridos, 13 deles policiais. Após noites marcadas por atos de violência e depois de mais de dois meses de manifestações que se seguiram às eleições, a capital, Maputo, vive um clima de medo.
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